A poucos dias, recebi de um amigo pela rede facebook, uma felicitação ao amigo desconhecido, fazendo jocosa brincadeira sobre amigos que não incomodam com pedidos inconvenientes.
Dada a liberdade e o especial carinho que tenho pelo amigo, por um momento esqueci que estava na rede social e fiz um comentário atribuindo a ele, meu amigo, uma caracteristica folclorica, no mesmo tom de brincadeira que recebi a provocação.
Como a caracteristica folclorica se referia a uma situação qeu não exclusivamente dele, imediatamente uma terceira pessoa entrou na rede e instituiu um acalourado debate, atribuindo-me uma postura preconceituosa, que absolutamente não tenho.
Fiz ver ao terceiro, que se mostrava ofendido, que a afirmativa fora motivada por uma brincadeira e que a resposta se constituia da mesma natureza, uma brincadeira entre amigos, tanto assim que o amigo com quem fiz a bricadeira não se ofendeu.
Não adiantou, o terceiro ofendido, renitente no seu ponto de vista, se manteve inflexivél, manejando argumentos absolutamente válidos, mas despropositados em face da situação, ou seja da reconhecida brincadeira entre dois amigos.
Como não consegui convencer o terceiro ofendido da natureza jocosa da situação, pedi desculpas e aproveitei a oportunidade para promover outra brincadeira com o meu amigo, que etou certo, por me conhecer, não se ofendeu nem com a primeira nem com a segunda.
Aprendi uma coisa, cuidado com a rede social, ela é uma janela escancarada para o mundo, e pode transformar uma brincadeira em algo perigoso, como o julgamento daqueles que não nos conhecem, e nos julgam de forma perigosa. O erro é nosso em não nos preservarmos.